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BLOG DA SPAM: aqui são colocadas as notícias sobre o mundo animal

SENTIENS - Defesa AnimalO site do Sentiens - Defesa Animal tem notícias atualizadas, textos científicos e muitas outras coisas. Por isso, elegemos como melhor site tipo blog, com informações sempre novas, notícias de eventos e muito mais! Confira!

Labrador ajudou a localizar corpo de primeira vítimaRafael Prada
Direto de São Paulo


Duas cadelas da raça Labrador, Ane e Dara, trabalham nas buscas pelas vítimas do desabamento na obra do Metrô de São Paulo. Ane foi a que localizou o corpo da primeira vítima retirada dos escombros, Abigail Rossi de Azevedo, 75 anos.

"Ane confirmou a localização do corpo de Abigail e também apontou e confirmou a localização da van", disse o oficial Sampaio, um dos responsáveis pelas guia dos cães. Conforme Sampaio, o corpo de Abigail estava a seis metros de profundidade do ponto indicado por Ane.

Ane e Dara fazem parte do grupamento de bombeiros do Ipiranga, que possui um total de 11 cães farejadores. Além de Labradores, entre eles há raças como Pastor Belga e Pastor Holandês. Os filhotes começam ser treinados com 60 dias, logo depois de serem desmamadas.

Ele conta ainda que os cães são muito alegres, brincalhões e que nunca falham. "É sempre 100% de acerto, se não tiverem certeza elas não sinalizam", disse Sampaio. Redação Terra  Rafael Prada/Terra

Ane apontou com exatidão onde estava o corpo de Abigail

A Semana de Estudos da Ecologia é realizada anualmente com o intuito de reforçar e expandir os conhecimentos acadêmicos relacionados ao meio ambiente, seja no âmbito das ciências humanas, exatas ou biológicas. Além de integrar diferentes universidades com a sociedade, coloca os estudantes em contato com o mercado de trabalho e grandes profissionais dos diferentes setores - público, privado e terceiro setor.

A sua 17ª edição acontecerá de 25 a 29 de Setembro de 2006, na Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Rio Claro .

http://www.rc.unesp.br/see/2006/_prog.html
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28/09 - QUINTA-FEIRA
 
19:00hs: I Encontro sobre Ética Animal

"Experimentação animal: Ciência e ética"
- Odete Miranda (Faculdade de Medicina do ABC e Tribuna Animal)
- Laerte Levai (Comarca de São José dos Campos)
- Tamara Bauab Levai (Bióloga)
- Nina Rosa Jacob (Instituto Nina Rosa)
- Miriam Ghiraldini Franco (UNIFESP)

PALESTRA SOBRE CINOMOSE - 23 DE SETEMBRO  O Projeto Focinhos Gelados promove:   23 de setembro - Cinomose – diagnóstico, tratamento e higienização do ambiente - Dra. Tais Berelli Saito - Graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Mestrado em Sanidade Animal (Diagnóstico de Cinomose Canina), pela mesma Universidade, e Doutorado (em curso) em Clínica Veterinária pela Universidade de São Paulo (USP).  Clique no link abaixo para conhecer o ciclo de palestras do Projeto Focinhos Gelados http://www.tribunaanimal.com/eventos_cursos_e_seminarios.htm#Projeto%20Focinhos%20Gelados

OS CAMINHOS DA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL Dia 15 de setembro de 2006 às 11 HorasLocal : OAB/RJ AVENIDA MARECHAL CÂMARA 150 / 4º ANDAR Objetivo do Evento : conscientizar os cidadãos sobre a violência do uso de animais em experiências científicas; debater as  leis vigentes no Brasil, e descortinar os caminhos alternativos, que atualmente podem ser usados pela comunidade científica em substituição à vivissecção. 1)ABERTURAO que é experimentação animal & histórico da VivissecçãoPalestrante: Sra. Sheila Moura – Fundadora da Sociedade Educacional "FALA BICHO" 2)MÉTODOS ALTERNATIVOSAtualidades sobre os métodos alternativos nas pesquisasPalestrante: Dr. Octavio Augusto França Presgrave  -   Dep. de Farmacologia e Toxicologia - INCQS/FIOCRUZ 3)AS LEIS VIGENTES NO BRASIL  LEI 9.605/98 “A Lei de Crimes Ambientais”  e   LEI 6.638/79 - “Normas para prática didático-científica da vivissecção de animais”.Palestrante: Dra. Maria Angélica Moreira Silva – Advogada Ambientalista integrante da CDA-OAB/RJ 4)OPINIÃO SOBRE A VIVISSECÇÃOPalestrante: Dr. Wanderley Rebello Filho – Mestre em Direito Ambiental, Presidente da Comissão de Direito Ambiental - OAB/RJ  5)SOBRE O PROJETO DE LEI CARIOCAProjeto de lei carioca para proibir pesquisas com animais em práticas experimentais, tanto para fins de pesquisa, quanto educacionais.Palestrante: Vereador Cláudio Cavalcanti, criador do Projeto de Lei  apresentado na Câmara dos Vereadores / RJ em 2006. RSVPSolicitamos aos interessados em assistir ao Evento, que respondam confirmando sua presença para que sejam incluídos na lista de participantes, através de Email para cda@oab-rj.org.br  aos cuidados da Sra. Ana Nadal.  CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS

DESAFIOS ÉTICOS E JURÍDICOS por Laerte Levai Membro do Ministério Público do Estado de São Paulo desde 1990, exerce há 13 anos as funções de Promotor de Justiça em São José dos Campos. Dentre suas atribuições na comarca distinguem-se o combate aos crimes ambientais e a tutela jurídica dos animais. Autor do livro "Direito dos Animais".  Nesta palestra o tema da libertação animal estará sendo levantado e discutido por estudantes e professores, juntamente com ativistas de ong de proteção animal e vegetarianismo.  15 de setembro (sexta-feira), 19h
Auditório do Centro de Educação/UFSC Informações: grupo-floripa@svb.org.br


Domingo, 21 de maio de 2006, 12h59  Ativistas ficam nus contra chapéus da guarda inglesa Reuters
Ativistas do Peta tiraram a roupa e se deitaram em escadarias no centro de Londres

Dr. Jerry W. Vlasak, Médico Cirurgião - Estados Unidos
Trauma Surgeon, San Bernardino County Medical Center; Trauma Surgeon, Loma Linda University Medical Center; Level I Trauma Center- All aspects of Trauma/ Critical Care; Associate Director of Surgery, Waterbury Hospital Health Center; Full-time involvement with resident education; Director, Surgical Intensive Care Unit; Associate Director, Trauma Services; Private Practice, Santa Barbara County, California; Founded and developed Central Coast Surgical Group. 
  Você acredita que o uso de animais durante a educação médica é indispensável para o ensino de técnica cirúrgica? Porquê? Dr. Vlasak: Obviamente que não. Nenhum cirurgião nos EUA aprendem cirurgia praticando em animais. Apenas uma universidade daqui requer animais de laboratório, e todas oferecem alternativas para a dissecção animal. Animais são tão diferentes em tantos aspectos, e a prática provinda deste tipo de experimento não são confiáveis quando praticamos a medicina humana. Mais importante, como podemos esperar que jovens cirurgiões desenvolvam sensibilidade, quando eles são ensinados a matar animais saudáveis. Que tipo de alternativas você sugeriria para a substituição dos animais durante o treinamento cirúrgico? Dr. Vlasak: Como citado anteriormente, animais não são utilizados para se aprender técnicas cirúrgicas nos EUA. Os animais ainda são usados em pesquisa básica, não porque eles são um bom meio para se aprender mais, mas porque tal prática é tão estabelecida, e há tanto dinheiro sendo gerado pela indústria animal-biomédica.Que tipos de prejuízos (éticos, psicológicos, etc.) o uso de animais na educação médica pode causar ao estudante de medicina? Dr. Vlasak: Como um jovem médico pode justificar a matança de um ser saudável para se aprender o que pode ser facilmente aprendido, em um nível muito mais real, através do uso de simulações de computadores e ambientes clínicos? Muitos estudantes de medicina nos EUA tem tido uma posição muito forte contra a matança de animais nas faculdades, e tem sido os grandes responsáveis pela substituição dos animais de laboratório. Mesmo em faculdades de veterinária os estudantes estão substituindo o animal de laboratório por experiências clínicas e outros métodos de ensino. Cirurgiões daqui dizem que o estudante deve estar em contato com tecidos vivos, e que sem isso é impossível aprender a técnica cirúrgica. Alguns desconhecem universidades pelo mundo que não utilizem tecidos vivos para o ensino de cirurgia. É verdade? Dr. Vlasak: Nos EUA, a cirurgia é ensinada por cirurgiões mais experientes, conduzindo jovens residentes através de procedimentos cada vez mais complicados na sala de operações humanas. O tecido vivo é usado, como também se aprende corretamente sobre fisiologia e anatomia humana. Gostaria de repetir que nenhum cirurgião nos EUA aprendem cirurgia em animais não-humanos. E alguns deles também afirmam que mesmo que não se exija o uso de animais durante o período de graduação, certamente utilizarão após a graduação. É verdade?Dr. Vlasak: Como expliquei acima, o treinamento em animais na graduação e pós graduação não é requerida, mas usualmente existe uma opção para aqueles que desejam realizá-la.  Mesmo no treinamento cirúrgico, é uma opção estritamente de pesquisa orientada, e não é obrigatória. Apenas nas escolas de medicina das forças armadas existe a exigência de dissecção no currículo. Enfim, os estudantes não são exigidos na prática de dissecção em estágios mais avançados. É possível ser um bom cirurgião sem ter aprendido com animais? Dr. Vlasak: Sou um bom cirurgião, e não aprendi em animais.Você pode explicar mais sobre o período de residência (por exemplo), onde os estudantes estão em contato com pacientes humanos e aprendem métodos cirúrgicos em seres humanos? Dr. Vlasak: Temos um período de 5 a 7 anos de residência em cirurgia nos EUA. Começando no primeiro ano, os residentes são conduzidos através de operações simples, como reparos de hérnia e biópsias de mama, com um cirurgião mais experiente supervisionando atentamente. Desta forma se ensina as técnicas de tecido corretamente, e é combinado com o ensino didático da sala de operação e enfermarias. A medida em que o período de residência avança, o residente vai tendo contato com operações cada vez mais complexas, sempre sob supervisão de um cirurgião experiente.Realidade virtual e outras tecnologias não dão ao estudante informações importantes sobre sinais vitais, hemorragias, tato. É verdade? Dr. Vlasak: A realidade virtual está ficando cada vez melhor com o passar do tempo. Especialmente na área de cirurgia laparoscópica, alguns dos simuladores são recursos muito bons no ensino de destreza e coordenação olho-mão.  Algum comentário adicional?Dr. Vlasak: Os animais não somente são desnecessários e raramente usados na educação médica nos EUA, como a ausência da matança de indivíduos saudáveis propicia o ensino da compaixão e preocupação nos jovens médicos. Eu estive viajando pela Europa oriental, onde as técnicas não-animais são adotadas com entusiasmo, e novas simulações de computadores foram apreciadas. O uso de animais não-humanos para ensinar medicina humana é um conceito do passado, e está sendo substituído por alternativas mais eficazes e humanas.Entrevista concedida à Thales Tréz em dezembro 1999 http://www.internichebrasil.org/literatura/jvlasak.htm

   


REVISTA ISTO É ONLINE: INTERNACIONAL 06/10/2004



 
Wild Life: Paul McCartney, que foi casado com uma vege-tariana, pediu em carta que o governador Arnold Schwarzenegger, da Califórnia, assine a lei que proíbe o foie gras  


EUA
Animal, radical!
Em defesa dos animais, ativistas mandam cartas e até
bombas para acabar com crueldade aos bichos

Osmar Freitas Jr. – Nova York (EUA)Na mesa do governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, estão dois documentos, que procuram tirar de outras mesas uma iguaria antiga. O primeiro texto é a lei aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado, em que se proíbe a produção e venda de foie gras – fígado inchado de pato ou ganso – em território californiano. A segunda petição é uma carta do cantor e compositor Sir Paul McCartney, pedindo que a lei seja sancionada. O ex-beatle tem o apoio de várias organizações de combate à crueldade contra animais e de uma grande constelação de astros de Hollywood. Arnold come foie gras, mas tem ainda maior apetite por votos. A autora da lei é a senadora democrata Jackie Speier: “Tenho certeza de que o governador vai aprovar a medida. A causa é muito popular. Os dias do foie gras nos pratos californianos estão contados.” Assim, patos e gansos de todo o mundo podem cantar alegremente.O foie gras – literalmente fígado gordo – é considerado um gosto adquirido: aprende-se a saborear o alimento com o tempo. E a humanidade teve 50 séculos para ajustar as papilas gustativas. Os egípcios são considerados os inventores do prato, que era reservado aos faraós. O método de preparo do acepipe continua basicamente o mesmo: durante duas semanas, um pato adulto é alimentado forçadamente, duas vezes ao dia. Para os gansos, o processo é feito durante 28 dias, em três ou quatro doses diárias. O duro é convencer os bichos a ingerir tamanha quantidade de comida. Para isso, usa-se um funil de cano longo onde se deposita, sob pressão, uma mistura de milho, água e sal no esôfago da criatura. Como patos e gansos são incapazes de ter ânsia de vômito, a mistura fica retida em seus organismos e é convertida em gordura, que será estocada no fígado. Esse órgão triplica de tamanho, já que as aves vivem confinadas e não se exercitam. “Trata-se de uma enorme crueldade, que provoca grande sofrimento no animal”, diz a senadora Speier.A briga contra a crueldade a animais tem esquentado a ponto de se converter
numa guerra aberta. A organização People for the Ethical Treatment of Animals
(Peta) é mais conhecida por suas investidas em passarelas de moda e lojas
que vendem roupas feitas com peles de bichos. No ano passado, a modelo brasileira Gisele Bündchen, posando com peles, foi interrompida durante um
desfile, acusada por militantes da Peta de ser conivente com a morte e tortura de animais. Paul McCartney, viúvo de Linda, uma vegetariana radical, contribui mensalmente para a Peta. Para as autoridades americanas e britânicas, o grupo está ligado a outros movimentos pró-animais que usam táticas violentas em defesa da causa. “Os ecoguerrilheiros encabeçam a lista das maiores ameaças de terrorismo doméstico nos Estados Unidos”, diz o agente especial do FBI, William Voigt. Milícias violentas, como a Stop Huntingdon Animal Cruelty (Shac) – Huntingdon é uma empresa britânica de fornecimento de animais para pesquisas biológicas – e a Animal Liberation Front (ALF) tiveram suas origens na Grã-Bretanha, mas estenderam sua atuação em território americano. Estima-se que somente nos EUA o eco-terrorismo tenha causado, desde 1976, prejuízos de US$ 110 milhões em cerca de 1.100 atos criminosos.

Arnold Schwarzenegger: apetite por votosEntre as ações da ALF está a liberação de 300 frangos de um abatedouro. Como as aves viviam sob criação livre, sem confinamento, quando o galinheiro foi aberto o pânico levou a um estouro da galinhada e provocou a morte de 174 bichos. Mais sucesso foi conseguido nas queimas de casas e condomínios em construção nos vários Estados americanos – a maioria dos incêndios foi na Califórnia, sob o argumento de que a explosão imobiliária está acabando com o hábitat de vários animais. “Mas o que tem causado maiores temores são as ameaças a cientistas pesquisadores que usam animais em seus trabalhos”, diz Gary Perlstein, professor de justiça criminal da Universidade de Portland, que acompanha o fenômeno do ecoterrorismo. Os pesquisadores e suas famílias vêem suas casas e carros vandalizados e recebem constantes ameaças de morte. “Oito cientistas – quatro ingleses, dois americanos e dois canadenses – já foram mortos por radicais”, diz James Schmitt, agente especial da polícia do Oregon. E a disposição é de ampliar os ataques. Na convenção Direitos Animais 2003, na Califórnia, o médico Jerry Vlasak propôs o assassinato de cientistas que estudam o vírus HIV utilizando cobaias. “Não acho que teremos de matar muita gente. Acredito que umas cinco, dez ou 15 vidas humanas seriam uma boa troca para salvar a vida de milhões de vidas não humanas”, disse. Seu proselitismo, porém, não leva em conta o fato de que as campanhas pacíficas, como a da proibição da venda do foie gras ou da caça à raposa, na Inglaterra, são as que obtiveram melhores resultados.Até mesmo o movimento antitouradas está ganhando adeptos de novas gerações na Espanha. “Calculo que em 50 anos não teremos mais touradas espanholas. E isso é uma pena, pois a tauromaquia é um ritual milenar, em que animal e homem competem pela sobrevivência com chances equilibradas”, argumenta Mário Carrión, ex-toureiro em Sevilha e estudioso das touradas. Ninguém, porém, sabe se o touro preferiria viver toda uma existência pacífica como um mero bovino.
   Fábio PaivaAtivista pelos Direitos dos Animais"Pelo Fim do Holocausto Animal"

Amigos, Tomo a liberdade de enviar-lhes em anexo breve vídeo de leão que fora retirado de circo no Rio de Janeiro e encaminhado ao Rancho dos Gnomos, seu atual depositário legal. Vejam o momento em que o animal é transferido da carreta para seu novo recinto, tendo a sensação de pisar na grama e terra pelo primeira vez na vida. Também é a primeira vez na vida que o animal corre. Trata-se de animal já com uma certa idade, mas que agora finalmente poderá ter um resto de vida com mais dignidade do que tivera anteriormente. Senti-me altamente emocionada e recompensada com a atitude do animal após três longos anos de burocracias no Judiciário e rotineira itinerância (e conseqüentes fugas) do circo. Assim, partilho com vcs. mais uma felicidade, galgando que captem toda a maravilhosa energia deste leão, agora chamado de WILL! E que nossa energia e forças se canalizem nessa imagem, para que possamos conseguir o mesmo para os pouco mais de 100 leões que aguardam decisões e destinos aqui em nosso país. A história completa de Will pode ser acessada em: http://www.ranchodosgnomos.org.br/coluna_animal19.htm Boa semana a todos!------------Renata de Freitas MartinsJurídico Associação Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos http://www.ranchodosgnomos.org.br

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