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Choca-barrada - Thamnophilus doliatusPÁGINAS DA VIDA ANIMAL

Aqui estão algumas histórias de animais recolhidos pela SPAM


Amarula doenteA Amarula foi recolhida pela SPAM na porta de uma costelaria, com essa cara aí. Mas ela só precisava de um pouco de trato...

Amarula curadaEla se curou, foi adotada e se tornou muito amada na vizinhança. Quando sua família saiu de férias, a Amarula ficou com o vizinho, que não quis mais devolver a menina, de tão querida que ela ficou!


O Carijó (a foto não é dele) foi um gavião-carijó (Rupornis magnirostris) que acudimos no Sarandi, depois dele levar um tiro que quebrou metade da asa. A sua companheira morreu, apesar dos esforços da equipe do Parque do Ingá, que os atendeu. Mas como não tínhamos um viveiro isolado para manter o gaviãozinho deficiente, ele foi para um centro de reintegração de fauna silvestre. Ainda estamos procurando o criminoso que atirou nele, que é pessoa conhecida no Sarandi; porém, ninguém o denuncia!


A Dasy é uma cadelinha de pequeno porte que
pariu dentro de um buraco de tatu no campus da
 universidade.O buraco era fundo e ninguém
conseguia ver ou pegar os filhotes.
Num dia de muita chuva a toca inundou.
A Dasy foi retirando seus
cachorrinhos e foi levando-os
na boca, um a um, até uma
garagem. Ela tinha um plano B!
Mas como esse recinto estava cheio de lixo,
ela foi recolhida pela SPAM,
com os filhotes.
Na foto do alto, a Dasy na porta
de sua "casa".

Na foto ao lado, a Dasy se alimenta
na boca da toca, que ficava debaixo
do tronco de árvore.

Os filhotes da Dasy: Balada, Lambada, Salsa, Mambo, Tango, Hip Hop e Luau, encontraram casa. A Salsa, por ser pouco interativa, ficou na casa de uma associada da SPAM. Ela aparece na página de adoções.


Atualmente a Dasy está assim: gordinha, cevada e castrada. Mas continua fazendo história: depois que seus filhotes foram adotados, ela foi castrada e levada para o abrigo, pois antes estava na casa de um associado da SPAM. Ela foi deixada no abrigo no dia 31 de dezembro de 2005. Mas, no dia 1 de janeiro de 2006, ela apareceu no portão da casa da associada, que fica a mais de dez km do abrigo, tendo atravessado uma área rural e cruzado uma rodovia. Como cumpriu a São Silvestre na noite de 31 de dezembro, ela acabou sendo adotada de uma vez!



A Jurema foi uma tartaruga tigre-d'água que fugiu de casa no Jd. Alvorada. Recolhida por um pintor de paredes que a viu caminhando pela calçada, foi entregue à SPAM. Como estava fora da água há vários dias e muito desidratada, foi levada à Clínica Veterinária SOS Animal para rehidratação. Mas ela tinha dono, e este a procurou junto à SPAM, com o filho, que havia ganho a Jurema aos quatro anos e agora estava com doze! Quando a Jurema ouviu a voz do seu dono, de dentro da bacia ela fez: hã! hã! hã! e esticou as patinhas da frente, para abraçar a sua família! Este foi um final feliz! Mas, convenhamos: para deixar uma tartaruga escapar ... é preciso ser muito lerdo! (a foto não é da Jurema, embora bem parecida).